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Prevenir para evitar o Pior
Em Portugal institui-se o Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho, que se comemora a 28 de Abril, como forma de homenagear as vítimas de acidentes de trabalho e de doenças profissionais. A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) avançou que, em Portugal, se estima que morre diariamente uma pessoa devido a acidente de trabalho ou doença profissional.

A nível mundial, acrescentou a ACT, as estimativas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam para "mais de dois milhões de mortes relacionadas com o trabalho". E, sublinhou, as doenças profissionais "continuam a ser, a nível mundial, a causa principal das mortes relacionadas com o trabalho".

A tendência geral entre 2001 e 2012 é de descida do número de acidentes de trabalho, embora se tenha verificado em 2011 uma subida do número de acidentes. Dos doze anos, 2001 é o que regista mais acidentes (280) enquanto que 2009 é o que apresenta menos ocorrências (115). Maio é o mês em que, tendencialmente, ocorrem mais acidentes (17 em média).

 

Total Acidentes de Trabalho 2001-2012
Média mensal Acidentes de Trabalho 2001-2012

Os riscos de acidentes são maiores para os trabalhadores de pequenas e médias empresas (PME). A taxa de incidência de acidentes fatais em empresas com menos de 50 trabalhadores é quase o dobro da que se regista em empresas de maiores dimensões.

 

Acidentes Mortais por Atividade 2012

• Em 2012, perderam a vida em acidentes de trabalho 149 pessoas.
• Catorze é o número de pessoas que morrem em média por mês devido a acidentes de trabalho.
• O distrito do Porto registou o número mais elevado de acidentes de trabalho mortais: 25. Em 2012, o distrito da Guarda foi o único que registou apenas um acidente mortal.
• Os acidentes com máquinas (29) foram a causa principal dos acidentes de trabalho mortais em 2012.
• O setor da construção (43) foi aquele onde se verificou um maior número de acidentes de trabalho mortais em 2012.

Para além do custo em termos de perda de vidas e de sofrimento para os trabalhadores e as suas famílias, os acidentes afetam as empresas e a sociedade em geral. Diminuição dos acidentes significa também diminuição das ausências por doença, dos custos e das perturbações do processo produtivo. Além disso, permite às entidades patronais poupar despesas de recrutamento e formação de novo pessoal e reduzir os custos de reformas antecipadas e de prémios de seguro.

A consciencialização e a formação dos trabalhadores no local de trabalho são a melhor forma de prevenir acidentes, a que acresce a aplicação de todas as medidas de segurança coletiva e individual inerentes à atividade desenvolvida. Os custos dos acidentes de trabalho, para os trabalhadores acidentados e para as empresas, são elevadíssimos.

PREVENIR, quer na perspetiva do trabalhador quer na do empregador, é a melhor forma de evitar que os acidentes aconteçam. As ações e medidas destinadas a evitar acidentes de trabalho estão diretamente dependentes do tipo de atividade exercida, do ambiente de trabalho e das tecnologias e técnicas utilizadas.

As entidades patronais devem tomar as medidas necessárias para garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores. Os princípios orientadores que devem ser tidos em consideração no processo de avaliação de riscos podem ser divididos em cinco etapas:

1. Identificação dos perigos e das pessoas em risco - análise dos aspetos do trabalho que podem causar danos e identificação dos trabalhadores que podem estar expostos ao perigo.
2. Avaliação e priorização dos riscos - avaliação dos riscos existentes (sua gravidade e probabilidade ...) e classificação desses riscos por ordem de importância. É essencial definir a prioridade do trabalho a realizar para eliminar ou evitar os riscos.
3. Decisão sobre medidas preventivas - identificação das medidas adequadas de eliminação ou controlo dos riscos.
4. Adoção de medidas - aplicação das medidas preventivas e de proteção, através da elaboração de um plano de prioridades e especificando a quem compete fazer o quê e quando, prazos de execução das tarefas e meios afetos à aplicação de medidas.
5. Acompanhamento e revisão - a avaliação deve ser revista a intervalos regulares, para assegurar a sua permanente atualização. Deve ainda ser revista sempre que na organização se verifiquem mudanças relevantes, ou na sequência dos resultados de uma investigação sobre um acidente ou um "quase acidente".

As empresas não podem ainda estar no mercado sem estar devidamente cobertas por um seguro de acidentes de trabalho para todos os trabalhadores.

O Seguro de Acidentes de Trabalho garante aos trabalhadores da empresa ou estabelecimento, a compensação pelos danos sofridos em caso de acidentes, ocorrido durante o horário de trabalho ou no percurso de e para o local de trabalho, É um seguro obrigatório por lei, ficando o empregado protegidos, por exemplo, contra uma eventual incapacidade, temporária ou permanente, provocada pela atividade profissional.

 

SHST-AT Medi-T

 

A intervenção do Grupo Medi-T nos seus clientes (empresas e estabelecimentos) passa pela elaboração e implementação de sistemas de gestão de segurança e saúde que incluam a avaliação de riscos, a gestão dos riscos e procedimentos de acompanhamento visando a prevenção de acidentes de trabalho.

O Grupo Medi-T, em parceria com uma seguradora nacional, está também em condições de apresentar aos seus clientes soluções vantajosas e competitivas para os seguros de acidentes de trabalho.

Consulte-nos caso necessite de esclarecimentos adicionais:
E: medi-t@medi-t.pt
T: 808 915 361