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28 de Abril | Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho
 

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A segurança faz parte da esperança de um futuro melhor.

Em Portugal instituiu-se o Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho, que se comemora a 28 de Abril, como forma de homenagear as vítimas de acidentes de trabalho e de doenças profissionais. Este ano, o tema para o Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho (DNPST), escolhido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), versa sobre a 'Cultura de Segurança' tendo a ACT optado por tratar sobretudo o tema dos 'Acidentes de Trabalho'.

O Grupo Medi-T® investe na prevenção.

http://media.medi-t.pt/2015/EVENTOS/MT_DNPST-2015_72dpis.pngUma cultura de segurança no local de trabalho implica uma conjugação de valores, sistemas e práticas de gestão, de participação, que propiciem um ambiente de trabalho digno, saudável e que reduzam os acidentes de trabalho e as doenças profissionais.

Devemos estar cientes de que a abordagem económica da saúde e segurança a nível empresarial não pode sobrepor-se ao valor das necessidades humanas e às obrigações sociais. Sendo a saúde e a segurança parte integrante das responsabilidades sociais e éticas das empresas, a política destas não pode partir apenas de pressupostos meramente economicistas. É difícil, se não mesmo impossível, quantificar em termos financeiros os custos qualitativos, tais como o sofrimento, a redução da qualidade de vida, os problemas familiares, a redução da esperança de vida.

A intervenção do Grupo Medi-T® nos seus clientes passa pela elaboração e implementação de sistemas de gestão de segurança e saúde, que incluam a avaliação de riscos, a gestão dos riscos e procedimentos de acompanhamento, visando a prevenção de acidentes de trabalho. Consciente da sua responsabilidade social e atenta às necessidades do mercado, o Grupo Medi-T® apela para a observância deste tema tão importante para a nossa sociedade.

Prevenir hoje, é garantir o bem-estar amanhã...

 

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Números

De acordo com as estimativas efetuadas pela OIT, todos os anos mais de 2,3 milhões de pessoas morrem devido a acidentes ou doenças decorrentes da sua atividade profissional. Estima-se igualmente que mais de 350 mil mortes se devem a acidentes mortais e que aproximadamente 2 milhões de mortes decorrem de uma doença profissional. Para além destas, mais de 313 milhões de trabalhadores sofrem acidentes de trabalho que lhes provocam lesões graves e ausência ao trabalho.

 

A OIT estima também que anualmente ocorram cerca de 160 milhões de doenças profissionais, das quais não resulta a morte do trabalhador. 

 

Na UE, em 2007, 5.580 acidentes de trabalho resultaram em mortes. Cerca de 2,9% dos trabalhadores sofreram um acidente de trabalho do qual resultou uma ausência ao trabalho de mais de três dias. Além disso, cerca de 23 milhões de pessoas tiveram um problema de saúde originado ou agravado pelo trabalho, ao longo de um período de 12 meses (fonte Eurostat).

 

 

Causa dos acidentes de trabalho

Em relação às causas dos acidentes de trabalho (mortais e não mortais), constata-se que são 4 as principais e que representam 80,5% do total de acidentes:

- Movimento do corpo sujeito a constrangimento físico, conduzindo geralmente a lesão interna (27,7 % do total);

- Perda (total ou parcial) de controlo de máquina, meio de transporte ou equipamento de movimentação, ferramenta manual, objeto, animal (26,1 % do total);

- Escorregar ou tropeçar com queda, queda de pessoa (17,8 % do total);

- Transbordo, derrubamento, fuga, escoamento, vaporização, emissão (8,9% do total).

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A sinistralidade laboral em Portugal

- Em 2012, perderam a vida em acidentes de trabalho 149 pessoas.

- Catorze é o número de pessoas que morrem em média por mês devido a acidentes de trabalho.

- O distrito do Porto registou o número mais elevado de acidentes de trabalho mortais: 25. Em 2012 que Guarda foi o único distrito que registou apenas um acidente mortal.

- Os acidentes com máquinas (29) foram a causa principal dos acidentes de trabalho mortais em 2012.

- O setor da construção (43) foi aquele onde se verificou um maior número de acid4entes de trabalho mortais em 2012.

 

Para além do custo em termos de perda de vidas e de sofrimento para os trabalhadores e as suas famílias, os acidentes afetam as empresas e a sociedade em geral. Diminuição dos acidentes significa também diminuição das ausências por doença, dos custos e das perturbações do processo produtivo. Além disso, permite às entidades patronais poupar despesas de recrutamento e formação de novo pessoal e reduzir os custos de reformas antecipadas e de prémios de seguro.

 

Prevenção

A consciencialização e a formação dos trabalhadores no local de trabalho são a melhor forma de prevenir acidentes, a que acresce a aplicação de todas as medidas de segurança coletiva e individual inerentes à atividade desenvolvida. Os custos dos acidentes de trabalho, para os trabalhadores acidentados e para as empresas, são elevadíssimos.

Prevenir, quer na perspetiva do trabalhador quer na do empregador, é a melhor forma de evitar que os acidentes aconteçam. As ações e medidas destinadas a evitar acidentes de trabalho estão diretamente dependentes do tipo de atividade exercida, do ambiente de trabalho e das tecnologias e técnicas utilizadas.

 

Consulte aqui as vantagens, para as empresas e para os trabalhadores, da implementação dos Serviços de Segurança, Higiene e Saúde do Trabalho e dos Seguros de Acidentes de Trabalho.

Fonte: www.dnspt.eu / ACT

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